Instituições realizam encontro de Avaliação do P1MC e Cisternas nas Escolas

As instituições SPMNE, CENTRAC e ASA Brasil, realizaram encontro de avaliação dos programas P1MC e Cisternas na Escola desse ano. O encontro aconteceu na última sexta-feira(18), no município de Gurinhém. Cerca de 50 pessoas participaram entre: equipes das instituições executoras, representante da ASA BRASIL, das comissões municipais, agricultoras e agricultores de base agroecológica, além de professores e gestores beneficiários dos programas cisternas nas escolas, bem como alguns representantes das famílias beneficiadas com as cisternas familiares para consumo humano.

O território do Agreste pertence a ASA Paraíba é conhecido como FOLIA - Fórum de Lideranças do Agreste, com participação também de representante da ASA BRASIL, vindo de Recife.


O CENTRAC, na pessoa de Madalena Medeiros, deu destaque em sua apresentação as políticas de segurança alimentar e nutricional, chamando atenção para a soberania alimentar, alimentação saudável e para a incidência política da efetivação dos nossos direitos.

O SPMNE no período da tarde, fez uma avaliação sobre os programas com uma dinâmica de carrossel de perguntas, utilizando painel de fotografias e cartazes. Foi um momento avaliativo das ações do ano, das conquistas de direitos, com políticas públicas de convivência com o semiárido, principalmente de acesso à água.



Para o coordenador da Pastoral dos Migrantes, Roberto Saraiva, "É importante destacar, que esse é um processo de lutas históricas das populações mais afetadas pela seca. Passando da compreensão de combate à seca para uma compreensão de convivência com o semiárido. Lembrando ainda que a cisterna é meio, não é fim. É meio porque vai em busca de caminhos para outras práticas de incidência, articulação e mobilização para se efetivar os quintais produtivos de base agroecológica, de fundos rotativos solidários, de biodigestores e bioágua para famílias do campesinato no agreste paraibano", afirma. Neste sentido, a avaliação nos remete a autocrítica e a construção de novas perspectivas de replanejar com as organizações a continuidade da efetivação de políticas públicas de segurança alimentar, de acesso à água e suas derivações.



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